Cantar para Aprender Estudo do Meio

Ilhas de Bruma






A Lenda D'el Rei D. Sebastião


(José Cid)
  
Fugiu de Alcácer Quibir
El Rei D. Sebastião

Perdeu-se num labirinto
Com seu cavalo real

As bruxas e adivinhos 
Nas altas serras beirãs
Juravam que nas manhãs
De cerrado Nevoeiro
Vinha D. Sebastião

Pastoras e trovadores
Das regiões litorais
Afirmaram terem visto
Perdido entre os pinhais
El Rei D. Sebastião

Ciganos 
Vindos de longe
Falcatos desconhecidos
Tentando iludir o povo
Afirmaram serem eles
El Rei D. Sebastião
E que voltava de novo

Todos foram desmentidos
Condenados às gales
Pois nas praias dos Algarves
Trazidos pelas marés

Encontraram o cavalo
Farrapos do seu gibão
Pedaços de nevoeiro
A espada e o coração
de El Rei D. Sebastião

Fugiu de Alcácer Quibir
El Rei D. Sebastião
E uma lenda nasceu
Entre a bruma do passado
Chamam-lhe o desejado
Pois que nunca mais voltou
El Rei D. Sebastião
El Rei D. Sebastião






A canção do chichi (sistema urinário)

Era uma vez, os rins
Em forma de feijão,
Que são dois passadores para o sangue vermelhão.
O sangue a circular vai sempre pelo rim
Guardar tudo o que é bom
E deixar o que é ruim.

Então, o rim prepara, com o outro rim vizinho,
Um líquido amarelo que vai por dois tubinhos
Para um saco redondo chamado bexiga
Que quando enche muito dá sinal na barriga.

O sinal vai ao cérebro
Dizer que está na hora
De ir à casa de banho
Deitar o chichi fora.
É um líquido amarelo
Chamado urina.
Toda a gente faz chichi
O menino e a menina.

Ele também tem dois rins,

Em forma de feijão...

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Inspira – Expira (sistema respiratório)


Primeiro é o nariz
Por onde entra o ar
Cheio de oxigénio
Para podermos respirar.
(Faringe...)
Depois vem a laringe
Com duas cordas a vibrar
São as cordas vocais
Que servem para falar.

Olá bom dia! Como está?
E patati e patatá…
E para cantar o sol e dó
Sol sol sol lá, sol lá si dó

A seguir é a traqueia
Com anéis bem grandalhões
Divide-se nos brônquios
Que entram nos pulmões.
E o oxigénio passa
Para o sangue a circular
Vai pelo corpo todo
Fazê-lo funcionar.

E pula e vira
E pensa e dança
E cresce e gira
E balança

De volta aos pulmões
O sangue leva então
Dióxido de carbono
Que vai por difusão
Para o ar então depois
Vai sair na expiração
Pela boca ou pelo nariz
E acaba-se a canção!

Inspira / expira sem parar
Sei tudo sobre respirar
Inspira / expira sem parar
Mais uma que eu já sei cantar.

A faringe é uma porção da anatomia que liga a boca e as fossas nasais ao esófago

E à laringe. É comum ao aparelho digestivo e ao aparelho respiratório.

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Comer e digerir (o aparelho digestivo)

Para crescer e ser saudável é importante saber
Se somos o que comemos há que muito bem comer.

O aparelho digestivo é um tubo irregular
Que começa pela boca para a comida mastigar
São os dentes que trituram com a saliva a misturar
Com a língua saboreamos é o gosto ou paladar.

Para crescer e ser saudável é importante saber
Se somos o que comemos há que muito bem comer.

Pelo esófago avança este bolo alimentar
Chega ao estômago que não gosta de comida por mastigar
Neste saco cheio de ácido começa a digestão
A seguir são os intestinos, um fininho e um gordão.
O fino é muito comprido, é o intestino delgado
E nós tínhamos 10 metros se ele estivesse bem esticado
O fígado e o pâncreas ajudam na digestão
Estão pertinho do delgado pois é lá a absorção.

Para crescer e ser saudável é importante saber
Se somos o que comemos há que muito bem comer.

O grosso absorve a água e para o reto seguem só
As fezes conhecidas pela expressão “cocó”
É preciso carne e peixe, legumes, fruta e variar
E beber bastante água para a barriga funcionar.

Para crescer e ser saudável é importante saber
Se somos o que comemos há que muito bem comer.

A faringe é uma porção da anatomia que liga a boca
E as fossas nasais ao esófago e à laringe.
É comum as aparelho digestivo e ao aparelho respiratório.


Açores, as nove ilhas do Atlântico

No coração do Atlântico
Encontramos nove ilhas.
São as ilhas dos Açores,
Onde há muitas maravilhas.

Diz-se que em Santa Maria 
Colombo desembarcou.
No regresso da América
Foi aí que descansou.

Tem uma linda lagoa,
que é a das Sete Cidades.
Por isso é que São Miguel
É um encanto de verdade.

À ilha de Jesus Cristo
Chamou-se então Terceira,
Já que só foi descoberta
Depois das duas primeiras.

No coração do Atlântico
Encontramos nove ilhas.
São as ilhas dos Açores,
Onde há muitas maravilhas.

Em São Jorge há montanhas
E uma costa rochosa.
São as imagens que ficam
De uma terra esplendorosa.

Podemos ao longe avistar 
A montanha majestosa,
Que fez da ilha do Pico
Uma ilha bem formosa.
Chamaram-lhe "ilha azul"
Pela paisagem especial.
Coberta de lindas hortênsias,
É a ilha do Faial.

No coração do Atlântico
Encontramos nove ilhas.
São as ilhas dos Açores,
Onde há muitas maravilhas.

A cor branquinha das casas
E o verde das pastagens
Fazem da ilha Graciosa
Um contraste de paisagens.

Avançando pelo mar,
Estão as Flores a ocidente.
Uma das ilhas mais belas
Com o seu verde envolvente.

E já só falta o Corvo,
O rochedo do vulcão
Que a todos maravilha
Para acabar bem a canção.

No coração do Atlântico
Encontramos nove ilhas.
São as ilhas dos Açores,
Onde há muitas maravilhas.

3 comentários:

Anónimo disse...

Professora ouvi a música das nove ilhas dos Açores. Catarina

Anónimo disse...

Eu cantei esta música e adorei e também me lembro do dia que a gente foi apresentar o nosso progeto e cantámos no fim esta canção. Foi um espanto !
Mariana

Anónimo disse...

Eu cantei a música e também foi um espanto. Adorei.
Mariana