segunda-feira, 7 de março de 2016

Lenda da Lagoa das Furnas

     Há muito tempo atrás, na ilha de São Miguel, nos Açores, havia uma localidade com muitas casas pequenas, onde viviam pessoas muito felizes.
     Um dia, um rapaz foi buscar água a uma fonte, para beber, mas a água estava salgada. Espantado e com medo que fosse um sinal de que alguma coisa má ia acontecer, correu para casa e chamou o avô:
     - Avô! Avô! A água está muito estranha! Temos que avisar as pessoas!
     Ninguém quis saber. Não acreditaram e continuaram o que estavam a fazer.
    O avô e o neto resolveram subir ao monte mais alto para ver o que se passava. Viram, nas lagoas próximas, os peixes a saltarem para a terra.
    Voltaram a correr para a sua localidade, mas esta tinha desaparecido e no seu lugar estava uma grande e bonita lagoa que hoje conhecemos por Lagoa das Furnas.
     As casas e os habitantes da localidade estariam no fundo da lagoa, e, ainda hoje, as pessoas de São Miguel, dizem que as bolhas que surgem nas suas águas (gás vulcânico) são as mulheres, que vivendo na lagoa, estão a aquecer o forno para cozer pão de milho.

Lenda do baleeiro do Pico


     Há muito tempo, na ilha do Pico, nos Açores, estavam os homens no campo a trabalhar, quando ouviram um foguete que dava o sinal que havia baleia à vista. Deixaram tudo e correram para os botes.
     As mulheres guardavam a comida em sacos de pano e corriam para o cais e lá ficavam a chorar com medo do que podia acontecer aos homens.
    Já no mar, o enorme cachalote foi avistado! Os botes recolheram as velas e aproximaram-se, a remos, do animal.
     O arpoador preparou-se, olhou para o grande animal e atirou o arpão com todas as suas forças.
    O cachalote começou a nadar mais depressa e como a corda não chegava, um homem amarrou-se a ela e foi arrastado para o mar. Nunca mais foi visto!
   Os outros homens procuraram-no até anoitecer, mas sem o conseguirem encontrar, voltaram para terra muito tristes e as mulheres, a chorar, vestiram-se de luto.
     No dia seguinte, voltaram ao mar para procurar o corpo do amigo desaparecido, mas qual não foi o seu espanto, quando avistaram o cachalote morto e sobre ele estava o baleeiro, encostado ao arpão, a fumar um cigarro de folha de milho.
    O baleeiro nunca contou o que tinha acontecido e, até hoje, não se sabe como matou o cetáceo e onde arranjou o cigarro.

Efeito do açúcar nos dentes

(Texto em execução. Seremos breves.)

Comportamento 100% em fevereiro

(Texto em execução. Seremos breves.)

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2016

Lanches açucarados

     Nós e os nossos colegas, na nossa sala, no dia 17 de fevereiro, fizemos uma experiência com bolachas e açúcar. Vimos nos pacotes a quantidade de açúcar e medimos na balança quanto açúcar tinha nas nossas bolachas preferidas.
     Também metemos o açúcar nas nossas mãos para vermos bem e para fazermos a comparação com a quantidade de bolachas que comemos de cada vez. 
     Vamos fazer uma brincadeira com o nosso professor de Educação Física. Ele gosta das bolachas da minha professora e, por isso, medimos quanto açúcar elas têm e vamos mostrar-lhe.
     Na minha opinião, o que fizemos foi muito divertido. O resultado da experiência foi engraçado e inesperado, mas nós queríamos comer aquilo tudo.
Catarina e Vinicius
(com ajuda da turma)

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Atuações ao fim do dia de trabalho


     A Rebeca, a Diana, a Mariana, eu, a Beatriz e a Francisca F. dançámos a música «Se tempo é dinheiro». No outro dia, a Francisca R., a Francisca F., a Beatriz, o João Pedro, o Miguel e o Vinicius dançaram uma música de Carolina Deslandes e eu era o D.J.
    Um dia depois, a Diana e a Francisca R. criaram uma coreografia para uma música com poema da Francisca R..
   Na minha opinião, todos dançámos bem e também inventaram coreografias bonitas.

Letícia
(com ajuda da turma)