quinta-feira, 5 de junho de 2014

Viveiro florestal de espécies autóctones

Hoje, Dia Mundial do Ambiente, nada melhor do que descobrir o que na nossa terra se faz para preservar o ambiente.
Visitámos o Viveiro Florestal de Espécies Autóctones e aprendemos que é muito importante restaurar as áreas degradadas do meio ambiente. Observámos com muito interesse o trabalho que ali se realiza e participámos em algumas das etapas necessárias à reflorestação por plantas endémicas, melhor adaptadas às nossas condições ambientais.
Vimos e aprendemos a distinguir as sementes da diversas plantas endémicas: azevinho, sanguinho, louro, pau branco, urze, uva da serra, ginjeira brava,...
Do seminário retirámos pequenas plantas (uva da serra) que plantámos no viveiro e que daqui por três anos estarão prontas para serem transplantadas e ajudar a restaurar uma área que esteja mais degradada.
Mais fotografias aqui.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Construção do mapa interativo


Localização e sinalização, no mapa interativo utilizado pelos alunos, das zonas de turfeiras visitadas e das plantas endémicas e invasoras identificadas como resultado do Peddypaper fotográfico realizado.

Visita o mapa interativo aqui.

Com as mãos na massa

Hoje o projeto foi outro. Nem só de plantas endémicas se preenchem os nossos dias.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Constituição do esfagno

Aprendemos que o esfagno é constituído por capítulo, caule e ramos, mas não há nada como observar e constatar.

segunda-feira, 2 de junho de 2014

A subir a Ribeira Brava

A subir a Ribeira Brava, repleta de espécies animais e vegetais.
Esta atividade contou com a participação de todos os alunos do 1º Ciclo da EB1/JI de São Bartolomeu de Regatos e a colaboração do Engenheiro Helder Xavier (Diretor da Ecoteca da Terceira).
Ao longo deste percurso observámos as espécies autóctones e endémicas que temos vindo a estudar.

Lagoa das Patas

Para assinalar o Dia da Criança, mais uma incursão na natureza.
Visitámos a Lagoa das Patas, pois nas imediações desta lagoa pode encontrar-se uma zona natural de acumulações pluviais composta por uma turfeira.
Também observámos outras plantas autóctones: cedro do mato, urze,... e aprendemos sobre a sua utilidade. 

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Mapa interativo no iPad

Utilização do iPad para sinalizar os locais visitados e integrar no mapa interativo a localização das plantas endémicas observadas.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Junto à Lagoa do Negro

Já no final do dia de trabalho, apreciámos a bonita Lagoa do Negro, que estava muito reduzida em relação ao que é habitual. Pudemos passear em zonas que deviam estar cobertas de água. Vimos rãs e uma libelinha a pôr os seus ovos na superfície da água.
Fizemos perguntas sobre a origem desta lagoa, sobre as plantas que nela observámos e em relação ao nível da água.
Mais fotografias aqui.

O percurso até à 1ª lagoa do Vale Fundo

Cheios de energia e entusiasmo fizemos o percurso até à primeira das três Lagoinhas do Vale Fundo. Esperava-nos uma pequena desilusão. Nem uma gota de água! A lagoa estava seca!
Pelo caminho vimos muito esfagno e outras plantas endémicas que fomos identificando com auxílio de livro de campo oferecido pela Cândida, a investigadora da Universidade dos Açores. 

Uma pausa bem merecida

O almoço chegou em boa hora. Já estavam todos cansados e esfomeados, não fosse o almoço no mato uma agradável fuga à nossa rotina.

Mais fotografias aqui.

Plantar esfagno

Plantar esfagno e ajudar a natureza a repor as zonas de turfeira que foram danificadas é muito importante.
Demos uma ajudinha e cada um de nós contribuiu ao plantar uma mão cheia de esfagno.
Mais fotografias aqui.

Plantar plantas endémicas na zona das turfeiras

Cada um de nós recebeu uma planta endémica que ajudou a plantar num trabalho conjunto exigido pela dureza da tarefa. Valeram as ajudas da Cândida, do Mauro e de todas as mães que nos acompanharam.
Esta atividade é considerada uma atividade de restauro porque permite restabelecer as espécies vegetais em zonas danificadas.
      Mais fotografias aqui.

Peddypaper de espécies endémicas

Logo à chegada, a Cândida ofereceu-nos um Livro de Campo que tinha organizado, especificamente, para a nossa turma. Nele, podemos observar as plantas e aves que se podem encontrar naquela zona da ilha e, ainda, colar uma folhinha no espaço dedicado a cada planta. 
Esclarecidas as regras e as dúvidas, começaram os trabalhos relacionados com a exploração das turfeiras.

À chegada, prontinhos para trabalhar!

Todos prontos e entusiasmados com o dia diferente e as atividades que nos esperam.
Contamos aprender muito sobre o esfagno e as zonas de turfeira que urge proteger.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

A Universidade dos Açores na nossa escola

Hoje, recebemos uma visita que aguardávamos há algum tempo, mas que o calendário de exames nacionais não permitiu que se realizasse mais cedo.
A investigadora Cândida Mendes veio ensinar-nos imensas coisas sobre o esfagno e as turfeiras.
Mais fotografias aqui.

terça-feira, 1 de abril de 2014

Esfagno ao microscópio

Começámos por observar bem o microscópio.
Já todos tinham ouvido falar, mas ninguém sabia como o usar.
Na internet, encontrámos imagens que identificavam as suas partes e davam indicações sobre os cuidados no seu uso.
Juntámos lâmina e lamela, e entre elas um pedacinho de esfagno cortado com muito cuidado.
O espanto foi geral:
- Parece de renda!
E não é que é mesmo bonita a planta que escolhemos estudar? Importante e linda! O que mais poderíamos querer?

sexta-feira, 28 de março de 2014

Observação de turfeiras e recolha de amostra de esfagno


As turfeiras são reservatórios naturais de água.
As turfeiras de esfagno que existem no interior da ilha Terceira são formações vegetais de grande importância para a manutenção dos recursos hídricos da ilha. Estas formações vegetais têm a capacidade de absorver e reter grandes quantidades de água, quer pela precipitação oculta (nevoeiros), quer através da precipitação propriamente dita. Esta característica é de extrema importância aquando de precipitações intensas, permitindo evitar a erosão dos solos pela redução do atrito causado por esta, quer da libertação gradual da água retida, o que também tem um impacto considerável ao nível do controlo dos caudais das ribeiras. Por outro lado, as turfeiras são excelentes reservatórios naturais de água e carecem de ser protegidas porque as alterações ambientais ocorridas, nomeadamente as causadas pelo alargamento das pastagens têm vindo a causar danos nestas formações vegetais com consequências ao nível do armazenamento natural de água e nos deslizamentos de terras e transbordo das ribeiras.